domingo, 7 de outubro de 2012
Seu município adota a mobilidade urbana?
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Diretrizes do Plano de Governo de LUIZ MARINHO
Mobilidade Urbana em São Bernardo do Campo irá ter muito aperfeiçoamento, resume-se em várias etápas, conquistas de que passo a passo, um pé após o outro fomos adquirindo e projetos como este, para o Riacho Grande Pós Balsa, é uma das maneiras ecológicas e sustentável de termos a travessia dos que moram no Pós Balsa.
Nunca se foi dito que faria-se uma ponte até o Pós Balsa, pois o que queremos é a nossa Represa Billings limpa... Mas você perguntaria, porque uma ponte poderia poluir um reservatório de água?
Da mesma forma que tirou parte do nosso reservatório, o Rodoanel , uma das maiores pontes da América Latina, fez com a Billings.
Não sofremos o impacto pois a Billings ainda não deu sinais a olho nú das mudanças, mas para quem vive lá, sabe que mudou e como mudou!
Peixes, aves e anfíbios que habitam a Represa Billings correm o risco de
desaparecer por causa da poluição por fósforo, cobre e mercúrio,
elementos encontrados em altas concentrações, o que vem degradando ano a
ano a qualidade desse manancial de 9.600 hectares. Segundo o Índice de
Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática (IVA), elaborado pela
Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), em 2008, na maior
parte do corpo do reservatório a água foi classificada como ruim e
regular, com exceção do Ribeirão Pires, com qualidade péssima no ano de 2007. A situação se repete há anos.
Pescadores reclamam da escassez de tilápias, guarus, lambaris e traíras.
Moradores do entorno do manancial, estudiosos e ambientalistas falam do
perigo do desaparecimento de quatro tipos de aves em extinção que
dependem de áreas alagadas e de várzeas: garça-azul,
gavião-asa-de-tilha, carqueja-de-bico-manchado e maçarico-do-campo. No
corpo da represa, nos rios e riachos afluentes, são vistas com cada vez
menos frequência pererecas, pererecas-verdes e
rãzinhas-de-barriga-colorida.
Isso está acontecendo por uma ponte.
Biólogos analisaram poços artesianos que a anos era uma grande abundância, hoje, devido ao grande empreendimento do Rodoanel, estão secos...
Árvores nativas desapareceram e com elas muitas espécies de animais migraram, como morcegos, tatu, gambá e na vinda do Rodoanel, muitas casas foram feitas, aumentando mais de metade por ano.
Nos modais das embarcações propostas, não acontecerá o mesmo erro e São Bernardo está revitalizando a Represa Billings, com este ato.
Peixes estão sendo implementados a bacia da represa, peixes que são nativos.
Estamos medindo o fosforo, que vem de outras regiões e desaguam na Billings, e medindo o cobre que a Sabesp joga nos leitos, para o controle das águas....
Pense em mobilidade urbana com transporte sustentável, a única maneira de termos boa água sem degradar o meio ambiente.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Altamiro Borges: Roteiro para levar Serra à CPI
Altamiro Borges: Roteiro para levar Serra à CPI: Por Paulo Henrique Amorim, no blog Conversa Afiada : O ansioso blogueiro recebeu de fonte anônima, dessas que engordam o jornalismo de per...
terça-feira, 26 de junho de 2012
29/06 Ato pela mobilidade urbana em São Paulo
Como sera o Metrô em São Paulo daqui a alguns anos!
No dia 29, CUT/SP realizará ato pela mobilidade urbana em São Paulo
A CUT/SP realizará no próximo dia 29
(sexta-feira), a partir das 10h, um ato pela mobilidade urbana com o
objetivo de alertar para o descaso e a falta de investimentos no
transporte público em todo o estado de São Paulo, que tantos transtornos
têm causado à população. A concentração será no MASP, na Avenida
Paulista, e os manifestantes seguirão até região central paulistana.
Os trabalhadores e trabalhadoras, que
perdem longas horas em ônibus, trens do metrô e da CPTM, têm sofrido
impacto direto tanto pela má qualidade do serviço, quanto pelos custos
da tarifa.
“A paciência dos trabalhadores e
trabalhadoras já se esgotou. Está passando da hora de haver uma reação
por parte da população”, afirma Adi dos Santos Lima, presidente da
CUT/SP.
De acordo com o dirigente, “não é de
hoje que estamos falando do alto preço dos pedágios, da falta de
qualidade dos transportes coletivos. Independente de ser ano eleitoral
ou não, temos que fazer uma mobilização forte no estado, principalmente
na região metropolitana”, ressaltou.
A mobilização terá participação das
subsedes, federações e sindicatos filiados à CUT/SP em todo o estado, e
apoio dos movimentos sociais.
Panes constantes, falta de investimentos e tarifas caras: é tudo o que se pode esperar?
No metrô, 99 panes de 2007 até maio
deste ano. E nos trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens
Metropolitanos), foram 124 panes de 2010 até maio passado. É este o
resultado da falta de investimentos e de prioridade ao transporte
público, sem contar os acidentes já ocorridos e a falta de segurança
quem mantêm em risco os passageiros e funcionários.
Desde que assumiu o governo estadual em
1995, o PSDB construiu 1,93 km de metrô por ano (eram 43,4 km e somente
30,9 km foram construídos em 16 anos), aumento da rede insuficiente para
os mais de 4 milhões de passageiros transportados diariamente.
Só no Metrô, o governo estadual deixou
de investir R$ 10,34 bilhões entre 1999 e 2011, de um total de R$ 22,85
bilhões previstos. E quando investe, o governo estadual gasta mal o
dinheiro público – o custo do quilômetro construído chega a R$ 400
milhões, enquanto em Madri, na Espanha, o mesmo trecho é construído por
US$ 42 milhões (pouco mais de R$ 85 milhões – câmbio de 21/06).
Outro exemplo é a reforma de trens das
Linhas 1 – Azul e 3-Vermelha do Metrô, onde os serviços têm custo final
equivalente a 86% do valor de um trem novo. A “modernização” tem custo
total de R$ 1,75 bilhão e, após denúncias, o Ministério Público de São
Paulo informou que vai abrir inquérito para investigar os contratos.
Na CPTM, o quadro não é muito diferente
porque entre 2003 e 2011 o governo estadual deixou de investir R$ 1,1
bilhão de um total de R$ 6,35 bilhões previstos. Os trens estão velhos,
as estações abandonadas e a falta de segurança já provocaram três
colisões com 54 feridos, além de um descarrilamento e cinco funcionários
mortos.
Nos ônibus, o alto valor das tarifas
pesa no bolso dos trabalhadores e trabalhadoras, que pagam por um
serviço de má qualidade não só na capital, mas em todo o estado. Entre
as capitais brasileiras, São Paulo é a que tem a tarifa mais cara, a R$
3. E nas regiões metropolitanas, os valores são ainda maiores e não
existe a integração com os trens do Metrô e da CPTM porque falta vontade
política para ampliar a implantação do Bilhete Único.
Vale ressaltar que na capital são 6,5
milhões de passageiros transportados por ônibus (ou 10 milhões de
viagens/dia útil com integração). E nas regiões metropolitanas de São
Paulo, Campinas e Baixada Santista, os ônibus da Empresa Metropolitana
de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU) transportam em média 2,1
milhões de passageiros diariamente.
Pedágios subiram 168% acima da inflação
Outro grave problema
que pesa no bolso dos cidadãos são as centenas de pedágios espalhados
por todo o estado que inviabilizam a locomoção pelas estradas. Em 14
anos, cerca de 20 empresas se tornaram concessionárias e assumiram nada
menos que 5.315 km de estradas, segundo a Agência de Transporte do
Estado (Artesp) e, em menos de duas décadas, o aumento dos pedágios foi
de 168% acima da inflação – uma média de R$ 12,76 (a cada 100 Km).
Os valores abusivos prejudicam não só os
motoristas de veículos de passeio, mas também tem grande impacto no
custo final dos produtos transportados nas rodovias e nas tarifas dos
ônibus. Com a privatização do serviço pelo governo estadual do PSDB,
houve um salto no número de praças de pedágio: eram 40 em 1997 e, treze
anos depois, foi para 227, uma média de criação de um novo posto a cada
40 dias durante o ano de 2010.
Os investimentos nas estradas são bem
vindos e necessários, mas os custos não podem sair do boldo dos
trabalhadores e trabalhadoras, que pagam mais caro o alimento, a
passagem de ônibus e a viagem de carro.
Para solicitação de entrevistas ou outras informações, favor contatar:
Secretaria de Imprensa e Comunicação da CUT/SP
Adriana Magalhães, Flaviana Serafim ou Marco Palmanhani
Fone: (11) 2108-9321 / 2108-9162
E-mail: imprensa@cutsp.org.br; flaviana@cutsp.org.br
Adriana Magalhães, Flaviana Serafim ou Marco Palmanhani
Fone: (11) 2108-9321 / 2108-9162
E-mail: imprensa@cutsp.org.br; flaviana@cutsp.org.br
terça-feira, 12 de junho de 2012
É bom ver uma cidade funcionando no trânsito
A mobilidade urbana é o resultado da interação dos deslocamentos de pessoas e bens entre si e com a própria cidade. Isso significa que o conceito de mobilidade urbana vai além do deslocamento de veículos ou do conjunto de serviços implantados para estes deslocamentos. Pensar a mobilidade urbana é mais que tratar apenas transporte e trânsito.
Pensar a respeito da mobilidade urbana significa pensar os deslocamentos a partir das necessidades das pessoas e seu acesso às facilidades, serviços e oportunidades que a cidade oferece. Isso envolve relacionar, sempre, os
sistemas viários e de transportes às funções da cidade, como por exemplo, a localização de equipamentos urbanos – escolas, hospitais, locais de emprego, moradia e lazer, etc. –, e as interações dos transportes com as políticas de meio-ambiente e segurança.
Em função da idade, estado de saúde, estatura e outras condicionantes, várias pessoas têm necessidades especiais em relação a receber informações, chegar até os terminais e pontos de parada, entrar nos veículos e realizar seu deslocamento através dos meios coletivos de transporte ou, simplesmente, se deslocar no espaço público. Essas pessoas são as consideradas Pessoas com Restrição de Mobilidade e, neste grupo, estão incluídas as Pessoas Com Deficiência.
As cidades apresentam-se com inúmeras barreiras: econômicas, políticas, sociais e arquitetônicas. A existência de barreiras físicas de acessibilidade ao espaço urbano acaba por dificultar ou impedir o deslocamento de pessoas com deficiências e outras que possuem dificuldades de locomoção. A acessibilidade deve ser vista como parte de uma política de inclusão social que promova a equiparação de oportunidades e o exercício da cidadania das pessoas com deficiência e não deve se resumir à possibilidade de entrar em um determinado local.
Pensar a respeito da mobilidade urbana significa pensar os deslocamentos a partir das necessidades das pessoas e seu acesso às facilidades, serviços e oportunidades que a cidade oferece. Isso envolve relacionar, sempre, os
sistemas viários e de transportes às funções da cidade, como por exemplo, a localização de equipamentos urbanos – escolas, hospitais, locais de emprego, moradia e lazer, etc. –, e as interações dos transportes com as políticas de meio-ambiente e segurança.
Em função da idade, estado de saúde, estatura e outras condicionantes, várias pessoas têm necessidades especiais em relação a receber informações, chegar até os terminais e pontos de parada, entrar nos veículos e realizar seu deslocamento através dos meios coletivos de transporte ou, simplesmente, se deslocar no espaço público. Essas pessoas são as consideradas Pessoas com Restrição de Mobilidade e, neste grupo, estão incluídas as Pessoas Com Deficiência.
As cidades apresentam-se com inúmeras barreiras: econômicas, políticas, sociais e arquitetônicas. A existência de barreiras físicas de acessibilidade ao espaço urbano acaba por dificultar ou impedir o deslocamento de pessoas com deficiências e outras que possuem dificuldades de locomoção. A acessibilidade deve ser vista como parte de uma política de inclusão social que promova a equiparação de oportunidades e o exercício da cidadania das pessoas com deficiência e não deve se resumir à possibilidade de entrar em um determinado local.
O pré Candidato Eurico Marto Rodrigues foi assessor do engenheiro que fez todas as benfeitorias, agora o metrô virá, o troleibus terá outro curso, os ônibus serão mais rápidos para chegar ao destino, pois isso é mobilidade urbana... ciclistas serão priorizados com as ciclovias e está só esperando estas eleições acabarem para começar em seguida
Cidadania em Foco, benfeitorias no trânsito da Região
Ver as constantes mudanças, a briga nos metrôs da vida, vemos que está estranho onde nosso povo... pessoas com partidos e sem partidos em busca de uma boa escolha para ter a Mobilidade Urbana que falta.
Já fomos massacrados com promessas, quem sabe isso são os ciclistas, de um Km se quer de ciclo-via.
Após 10 anos moradores da Região do Bairro dos Casa, conquistam melhorias no trânsito...esta conquista é resultado da ação da Associação para o Desenvolvimento da cidadania e das Associações de Moradores da Região
O trânsito da Região, que envolve a Vila Vitória, Vila Cruzeiro e Vila Flora, terá alterações que melhorarão as alternativas de circulação para todos os moradores. Uma das melhorias será a instalação de um semáforo com a abertura do cruzamento da avenida João Café Filho com a rua Orestes Suster, que terá sentido único para a praça Giovane Breda. Também haverá nova sinalização de solo em toda a Região.
Estas são apenas o que no governo já foi feito, colocado no papel e estão tirando para dar mobilidade ao povo...
Essa conquista foi possível graças ao empenho da Associação para o Desenvolvimento da Cidadania através de seu representante Eurico Rodrigues e dos representantes da Associação dos Moradores da Vila Cruzeiro, Joel e Jadir, que juntos com outros moradores fizeram reuniões e abaixo assinados buscando uma solução para o tema.
A Associação Nossa Terra está perto avaliando...
No Jardim Claudia, Vila Vitória e Jardim do Lago, nas Plenárias de Orçamento Participativo, foram colocadas as prioridades da Região, discutidas e votadas pelo povo e o Conselho Municipal de Orçamento que foram.
No dia 2 de maio , às 19:00h os moradores do Jardim Claudia, Vila Vitória saíram de suas casas com o objetivo de eleger as prioridades para a Região e indicar um representante , que tenha voz e voto, no conselho municipal do orçamento.
Após um intenso debate entre outras comunidades da Região, Sr Onofre, Presidente da Associação Nossa Terra, foi indicado para ser este representante que , terá a missão de defender as demandas aprovadas nesta reunião.A demanda destacada pela maioria dos votantes foi a Urbanização do Jardim Claudia.
A parceria estabelecida neste processo foi fundamental para a vitória das nossas reivindicações , onde o Jardim Claudia mostrou sua força pela organização das Associações dos Moradores através da Rosa e toda sua diretoria, dando ao companheiro Onofre a vitória necessária para termos um representante no Orçamento Municipal.
Parabéns a todos os moradores que participaram do processo, sabem que só temos a ganhar! Eurico Rodrigues – Presidente da Associação para o Desenvolvimento da Cidadania e Sr Onofre, presidente da Associação Comunitária Nossa Terra.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Mobilidade Urbana, você tem isso em casa?
A Mobilidade Urbana é um dos grandes desafios deste século,
se faz necessário nos termos da boa convivência, da sustentabilidade, ordenando
e planejando uma problemática que é visível e cresce de maneira vertiginosa. Se
acaso não planejarmos o futuro estaremos entregando uma catástrofe para os
nossos filhos e netos.
Embora poucos dão o devido valor a causa, ela não é incluída
como uma das principais origens de uma forma de vida desordenada que cresce
rapidamente e sendo no meio urbano, razão pela qual, logo falaremos que não
teremos lugar para se andar, sendo pedestres.
Pedestres perdem sua calçada, para passar mais um carro, e a
qualidade de vida mostra que temos que desfazer de nossas florestas para
podermos andar.
Compreendemos que a
Mobilidade Urbana é como a capacidade de deslocamento de pessoas e bens no espaço
urbano para a realização das atividades cotidianas em tempo considerado ideal,
de modo confortável e seguro. E isto, convenhamos, está cada vez mais difícil.
A mobilidade urbana tem grande impacto na economia local e
na qualidade de vida das pessoas. Quando problemática, custa caro ao estado e a
sociedade, em virtude das perdas que proporciona.
Já existem estudos que conseguem medir em valores o custo com doenças respiratórias e estresse, com perdas de materiais perecíveis ou mesmo com os cuidados necessários para sua conservação, com a queda de produtividade em geral, e principalmente com custos decorrentes dos impactos ambientais causados pelas emissões de CO2 na atmosfera advindo dos veículos que utilizam combustíveis fósseis (petróleo – carvão).
Já existem estudos que conseguem medir em valores o custo com doenças respiratórias e estresse, com perdas de materiais perecíveis ou mesmo com os cuidados necessários para sua conservação, com a queda de produtividade em geral, e principalmente com custos decorrentes dos impactos ambientais causados pelas emissões de CO2 na atmosfera advindo dos veículos que utilizam combustíveis fósseis (petróleo – carvão).
Não encarem esta tarefa fácil, pois não é. Disse que é um
dos maiores desafios e que de certo deverá começar agora... Tem cidades que tem
jeito, mas tem algumas que irão demorar muito para ter um brio... Se sua cidade
pode melhorar as ruas e calçadas façam agora, para que não seja surpreendida no
futuro que cada vez anda mais rápido.
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